Remédio em dia, sem achismo
Doses do dia com confirmação "tomei / adiar / não tomei". Uma dose sem confirmação nunca vira "tomada" — fica como sem informação. Alerta de possível dose duplicada.
Medicação, sinais e emergências num só lugar, com um motor de IA que aprende o padrão de cada pessoa e alerta a família antes da crise. E a pessoa idosa decide o que compartilha.
Cada acesso a um dado sensível fica registrado e visível para a pessoa idosa. Nada de acompanhar às escondidas.
Funções pensadas para autonomia no dia a dia e clareza nos momentos críticos.
Doses do dia com confirmação "tomei / adiar / não tomei". Uma dose sem confirmação nunca vira "tomada" — fica como sem informação. Alerta de possível dose duplicada.
O botão "Preciso de ajuda" abre orientação imediata, com o SAMU 192 a um toque, registro de hora e local, a última vez em que a pessoa estava bem e um histórico do episódio que nunca é apagado.
A própria pessoa decide quem pode ver onde ela está — e pode desligar quando quiser. Cada vez que alguém olha, fica registrado e visível para ela.
Alergias, condições, medicamentos e contatos disponíveis mesmo sem internet, direto no aparelho. Documento de apoio — não substitui avaliação clínica.
Pressão arterial manual ou por Bluetooth, com técnica correta e tendência. Ausência de leitura é "sem informação", nunca um valor inventado.
"Está tudo bem agora?", medicação e tendências (sem diagnóstico). Cada alerta tem um responsável, não vira aviso repetido e só se encerra explicando o porquê.
A família ajusta letras maiores, alto contraste, interface fácil, leitura em voz e tema — e a configuração segue a pessoa idosa em qualquer aparelho. A pessoa idosa também pode mudar quando quiser, com controles grandes e simples.
Regras que nunca quebramos — para proteger a dignidade e a segurança de quem é cuidado.
A pessoa idosa é dona dos próprios dados e decisões. A família forma um círculo de cuidado em que cada um vê só o que ela permitir.
Se algo muda de repente — fala, rosto, força —, ligar para o SAMU 192 vem antes de tudo. O app orienta, nunca atrasa o socorro.
Num momento de confusão, o app mostra só lembretes escritos e aprovados pela família. A IA nunca inventa lembranças nem dá diagnóstico.
Cada uso de dado tem a própria permissão (como manda a LGPD) e pode ser desligado a qualquer momento — e a pessoa vê quem acessou o quê.
Do dia comum ao momento crítico, com a mesma clareza.
Tela inicial com uma decisão de cada vez: próxima dose, próxima tarefa e o botão "Estou bem".
Família e cuidadores acompanham no nível que a pessoa idosa permitir, com um responsável definido para cada alerta.
Se algo muda, o modo de emergência coloca o SAMU 192 na frente e registra o essencial para a equipe de saúde.
Cada acesso a dado sensível é registrado e fica visível à pessoa idosa. Nada de vigilância silenciosa.
Funciona no celular que a família já tem — e continua funcionando quando a internet falha.
Cartão de emergência, medicamentos do dia e SAMU continuam disponíveis no aparelho. O que for registrado offline sobe sozinho quando a conexão voltar.
Sem loja, sem cadastro complicado: abre no navegador e vira ícone na tela inicial, no Android e no iPhone.
Cada alerta tem um responsável único, não vira mensagem repetida no grupo da família, e só se encerra com justificativa.
Criar a conta leva poucos minutos. A pessoa idosa continua no controle do que compartilha.
O nCuidado apoia a rotina de cuidado — organiza medicação, sinais e alertas — mas não substitui avaliação profissional nem faz diagnóstico.
Em qualquer emergência, ligue para o SAMU 192. O app orienta e agiliza, o atendimento é de quem cuida.
Cada dado tem um porquê, e a pessoa idosa decide o que compartilhar. Em conformidade com a LGPD.