Última atualização: julho de 2026

Política de Dados

Como o nCuidado cuida dos dados da pessoa idosa — dizendo para que serve cada dado, deixando que ela decida o que compartilha e mostrando a ela quem viu o quê.

1. Quem somos e o que esta política cobre

O nCuidado é uma plataforma de apoio ao cuidado de pessoas idosas independentes, hoje em fase de pesquisa e desenvolvimento. Esta Política de Dados explica quais dados coletamos, para quê, com que base legal e como a pessoa idosa mantém o controle. Ela vale para o site, o aplicativo e os serviços relacionados.

O nCuidado apoia a rotina de cuidado — organiza medicação, sinais e alertas. Ele não substitui avaliação de um profissional de saúde e não faz diagnóstico.

2. Que dados coletamos

Coletamos apenas o necessário para o cuidado funcionar:

3. Para que usamos os dados

Usamos os dados para apoiar o cuidado: lembrar doses, organizar sinais vitais, orientar em uma emergência e avisar o círculo de cuidado quando algo foge do padrão da pessoa. Também usamos dados técnicos para manter o serviço seguro e para melhorá-lo.

O nCuidado nunca vende dados e não os usa para publicidade de terceiros. O propósito é o cuidado — não a vigilância.

4. Base legal e finalidade (LGPD)

Tratamos dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei nº 13.709/2018). Cada finalidade tem uma base legal explícita: o consentimento da pessoa idosa para dados sensíveis e para localização, e o legítimo interesse do cuidado e da segurança para as funções essenciais (como o modo de emergência), sempre respeitando os direitos do titular.

Os consentimentos são separados por finalidade e podem ser revogados a qualquer momento, sem prejudicar o essencial de segurança.

5. A pessoa idosa é a titular

A pessoa idosa é a titular dos dados (a dona deles, nos termos da LGPD) e das decisões. Ela autoriza cada coisa separadamente: escolhe o que compartilhar, com quem e por quanto tempo. A família forma um círculo de cuidado com permissões diferentes, e cada acesso fica registrado.

Cada acesso a um dado sensível fica registrado e visível para a pessoa idosa. Nada de acompanhar às escondidas.

6. Com quem compartilhamos

Compartilhamos dados apenas com o círculo de cuidado autorizado pela pessoa idosa, no nível que ela permitir. Em uma emergência, informações essenciais (como o cartão de emergência) podem apoiar o acionamento do SAMU 192 e o atendimento de quem socorre.

Fornecedores de tecnologia que nos apoiam operam apenas sob instrução e com obrigações de proteção de dados equivalentes às desta política.

7. Segurança

Adotamos medidas técnicas e organizacionais para proteger os dados, como acesso de acordo com o papel de cada pessoa, registro de quem acessou o quê e envio protegido pela internet. Nenhum sistema é perfeitamente seguro, mas trabalhamos para reduzir riscos e responder rápido a incidentes.

8. Direitos do titular

Conforme o art. 18 da LGPD, a pessoa idosa (ou quem a represente) pode, a qualquer momento: saber se usamos dados dela; ver esses dados; corrigir dados incompletos ou desatualizados; pedir que sejam apagados; pedir uma cópia para levar a outro serviço (portabilidade); e cancelar autorizações dadas. Basta entrar em contato pelo canal abaixo.

9. Retenção

Mantemos os dados apenas pelo tempo necessário às finalidades desta política ou por obrigação legal. Registros de emergências são preservados como histórico do cuidado e não são apagados de forma silenciosa. Quando não são mais necessários, os dados são apagados ou anonimizados (sem nada que identifique a pessoa).

10. Encarregado e contato

Dúvidas sobre esta política ou pedidos sobre os seus dados podem ser enviados ao encarregado de proteção de dados (DPO, a pessoa que responde por esses pedidos) pelo e-mail pro.ufal@gmail.com.